segunda-feira, 17 de agosto de 2009

LA VALSE



Composta nos anos seguintes à Primeira Guerra, e originalmente encomendada pelo empresário de balé Diaghliev, a magnífica e satírica evocação da valsa vienense revela, com grande nitidez, os veios escuros de música pós-guerra (BURROWS, John [et al.]. Guia ilustrado Zahar música clássica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008, p. 354)

Ravel não foi homem da belle époque, embora contemporâneo dela. Foi um solitário de instintos aristocráticos, um pouco esquisitão. Discutiram-no muito e admiravam-no muito. Ele, porém, desdenhou a polêmica assim como o sucesso ruidoso. Da amnésia que lhe escureceu dolorosamente os últimos anos da vida, parece hoje às vezes sofrer a posteridade. Mas Ravel nunca será esquecido.

(...) o poema orquestral La Valse (1920), comovente epitáfio da sua querida Viena. (CARPEAUX, Otto Maria. Uma nova história da música. 3ª ed. Rio de Janeiro: Alhambra, 1977, pp. 285-286)

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